Origem do prefixo SX* (dicionarios)
Por que SX1, SX2, SX3, SX5, SX6, SX7? A logica historica dos dicionarios e o que significa "dicionario" no Protheus.
SX1, SX2, SX3, SX5, SX6, SX7 — uma serie aparentemente caotica de tabelas que controlam o sistema inteiro. Cada uma e uma "tabela de metadados" — dicionario que descreve outras tabelas.
| Tabela | O que e |
|---|---|
SX1 | Perguntas (parametros de rotinas/relatorios — MV_PAR01...) |
SX2 | Tabelas (alias, modo de acesso, arquivo fisico) |
SX3 | Campos (nome, tipo, tamanho — o dicionario por excelencia) |
SX4 | Agendamentos (schedule) |
SX5 | Tabelas genericas (CFOP, paises, tipos: a SX5 e a "tabela de tabelas") |
SX6 | Parametros (MV_ — configuracao do sistema) |
SX7 | Gatilhos (regras automaticas em campos) |
SX8 | Numeradores automaticos (sequenciais) |
SX9 | Relacionamento entre tabelas (joins padrao) |
SXA | Pastas (agrupador de campos em telas) |
SXB | Consultas padrao (F3) |
SXG | Grupo de campos (compartilhamento de tamanho) |
De onde vem o "X"
"X" em Microsiga significa configuracao do sistema — historicamente: a primeira letra S e padrao Microsiga (System); a segunda letra agrupava o dominio:
SA*= cadastros (clientes, fornecedores)SB*= produtos (estoque)SC*= pedidosSD*= movimentos (nota, transferencia)SE*= financeiroSF*= fiscalSX*= configuracao/dicionario
Por que pular o SX4?
Existe — e o agendamento. Mas em Protheus moderno e raro ser editado direto (usa Schedule do Configurador). Em manuais antigos era "tabela de jobs", hoje meio que dormente.
Onde elas moram
Em base TopConn (Oracle/SQL/PG), todas viram tabelas SQL. Em base ISAM legada (raro hoje), sao arquivos .DBF na pasta SYSTEM. Cada empresa tem suas SX (ou compartilha, dependendo do modo SX2).
Curiosidade pratica
Em customizacoes, voce edita SX1 (PutSx1), SX5 (PutSX5), as vezes SX7 (gatilho). SX3 e SX2 sao normalmente editadas pelo Configurador via interface — alterar direto e arriscado em update.